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Você já ouviu falar em padrão de aprendizagem?

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Veja como o registro de todas as ações executadas por alunos em seus estudos podem mudar a forma que aprendemos.

Começamos com a questão do título deste texto. O que é um padrão de aprendizagem?

Um padrão de aprendizagem:

  • É uma diretriz: ele fornecemaneiras sobre comofazer alguma coisa
  • É um modelo: Aprenda a maneirade aprender com bonsmétodos de como conseguir seu objetivo
  • Um padrãode aprendizagem éuma maneira simples dedocumentaruma lição importante aprendida.

Por que ter um padrão de aprendizagem?

  • Não é fácilde aprender a
  • Existem váriasformas de aprender.
  • É irrealistatentar as muitasformas de aprender, porque o tempo é limitado.
  • É muitodifícil, mesmo paraespecialistas,explicar o seuconhecimento tácito.

O padrão de aprendizagem foi criado por Takashi Iba da universidade de Keio. O conceito básico é de que a sociedade evoluiu e evolui no que ele chama de três C´s: Consumo (passado), Comunicativa (presente) e Criativa (futuro).

Nisso se incluem todas as atividades humanas, ditas sociais, inclusive o aprendizado.  Vamos dar um pequeno overview da teoria e depois nos concentrar na sua aplicação no aprendizado.

Patterns Language

Pessoas de uma Sociedade Criativa criam os seus próprios bens, ferramentas, conceitos, conhecimentos, mecanismos e, em última análise, o futuro, com as suas próprias mãos. Criação nesta sociedade não é mais limitado a apenas empresas e organizações, mas é confiada aos indivíduos.

Não há dúvida de que a inovação social se torna um fator-chave, mas a sociedade criativa é mais radical dizendo que a criação não mais é um evento que só acontece dentro das empresas. Um exemplo disso é o software de código aberto e a Wikipédia. O que pode ser visto a partir disso é o fato de que a evolução tecnologica está permitindo agora que os seres humanos possam se ligar livremente em comunidades com outras pessoas em todo o mundo.

O que não deve ser mal entendido, é que o advento de uma sociedade criativa não significa que empresas e organizações não terão mais sua significância. No entanto, é também verdade que eles devem começar a procurar novas formas de cooperar com as comunidades criativas emergentes formadas pelas pessoas.

Relações convencionais entre indivíduos e as empresas se limitavam a indivíduos que ofereciam trabalho as empresas ou as empresas oferecendo bens ou serviços para as pessoas. Esta estrutura provavelmente mudará como as parcerias serão formadas entre as empresas
e os indivíduos. Essa nova relação na sociedade irá, consequentemente, mudar a forma como as empresas e as organizações devem lidar com a informação e conhecimento que acumulam. Como a sociedade consumista tem seus meios para apoiar os seus processos de produção, distribuição e vendas, e a sociedade comunicativa tem suporte dos meios de transferência  da informação, a sociedade criativa também deve ter um meio onde se apoiar.

Este novo tipo de mídia que apoia os atos criativos das pessoas que vivem em nessa sociedade será chamado de mídia da descoberta. Ela existirá para desencadear a criatividade das pessoas, e, em seguida, vê-la ampliada. Os patterns languages são a cobertura perfeita para essa descoberta. A Pattern Language é uma linguagem que consiste de padrões que descrevem o conhecimento teorico e o conhecimento prático relacionado com a criatividade.

A idéia original de usar patterns language para descrever o conhecimento de um projeto foi proposta por um arquiteto chamado Christopher Alexander. Sua intenção era fazer as pessoas se envolverem no processo de projetar suas próprias casas e cidades que elas vivem. O livro, do final dos anos 1970, que ele escreveu com o seus colegas, tinha 253 padrões contidos na prática do projeto arquitetônico. Essa linguagem de padrões evoluiu.

 

Como podemos ver, a primeira versão da linguagem ficou restrita aos projetos arquitetônicos. O mercado de software se apropriou dessa teoria e a aplicou ao desenvolvimento de sistemas. E agora, na sua terceira encarnação, ela está sendo aplicado nas relações sociais, onde se encontra o aprendizado e a educação.

 

 

Patterns no Aprendizado

Padrões de aprendizagem é uma pattern language para a aprendizagem, que consiste de 40 padrões descrevendo o conhecimento prático para a descoberta e a solução de um problema de aprendizagem. Ele oferece uma oportunidade para que os alunos saibam maneiras que eles não experimentaram, mas que são conhecidas como boas maneiras de aprender.

Os padrões de aprendizagem são organizados em três camadas de acordo com o nível de abstração (veja a figura acima). Na camada superior, há um padrão raiz: Projete seu Aprendizado (Design your Learning). Esse padrão oferece uma explicação introdutória
do por que e como usar um Padrão de Aprendizagem.

Na segunda camada, existem três padrões fundamentais: Criando Oportunidades (Making      Opportunities), Projeto Criativo (Creative  Project) e Processo Aberto (Open Process) para o aprendizado. Estes padrões mostram processos essenciais para a aprendizagem, sendo mais detalhados na próxima camada. Na terceira camada, há trinta e seis padrões concretos que “habilitam” realmente a aprendizagem.

Vamos nos concentrar nas duas camadas superiores e entender o que eles significam.

  • Projete sua Aprendizagem
    Aprenda a maneira de aprendera partir dos padrões já conhecidos de sucesso, ajudando o aluno com bons métodos.

    • Criando Oportunidades
      Crie oportunidades para aprender por si mesmo,com base em seus
    • Projeto Criativo
      Inicie o seu projeto e execute-o para melhorar seus conhecimentos e habilidades
    • Processo Aberto
      Partilhe o seu processo de aprendizagem e colabore como outros para aprofundar a sua

Essas quatro abordagens, até pouco tempo atrás, eram analógicas, ou seja, seguiam os padrões escritos em manuais e dependia das pessoas compartilharem suas experiências. Realmente era praticamente impossível determinar como um aluno conseguia atingir seus objetivos de notas ou passar em um vestibular ou ainda em uma prova de concurso público, por exemplo.

Mas a tecnologia veio para mudar esse estado de coisas. Todas as atividades do estudo de um aluno podem ser registradas e o seu padrão de aprendizado detalhado e compartilhado com outros. A partir disso, metas podem ser propostas e planos de estudo refeitos.

Cada passo do ensino em cada objeto de aprendizado, o tempo empenhado no estudo em cada passo dado, os resultados dos exercícios, os acertos de um simulado e as notas de uma prova podem fazer parte de um algorítimo que irá fornecer, estatisticamente, como o seu desempenho atual se dará no seu objetivo final, como você deve mudar o seu plano de estudos para atingir seus objetivos, oferecer boas práticas de estudo para seu estágio atual e também como permitir que seu aprendizado fosse mais interessante deixando você definir qual é o caminho mais prazeroso para seu estudo.

Não! Não é aprendizado adaptativo (adapative learning). É mais do que isso. É uma mistura de boas práticas, um plano de estudos aprimorado segundo seus objetivos, como os alunos de sucesso chegaram lá (como eles estudaram, em que ordem e com que dedicação) e onde seu desempenho atual o levará. Os sistemas ofertarão essas coisas de forma automática, baseado nos dados do aluno e de todos os outros que passaram pelo sistema e tiveram seus dados coletados.

Veja uma boa prática para o estudo de como aprender chamada Primeiro Desafio (First Steep).

  • O primeiro passo é sempre íngreme no domínio do aprendizado.
    • Hesitaçãonãotraz nada.
      • As pessoas tendem a ser passivas para o aquilo que elas não sabem.
      • As pessoas muitas vezes começam a entender algo praticando

 

  • Dado um primeiro, uma vez começado, levá-lo a sério.
    • Primeiro, decida aproximadamente o tema de sua atividade. Neste momento você deve acreditar em sua intuição mesmo se você não consegue encontrar uma razão clara para isso.
    • Pense mais de uma vez sobre a sua atividade ou nos seus sentimentos por este processo

Esta será o primeiro de muitos textos sobre esse assunto. Até lá.

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Escrito por

Nivaldo Foresti

Diretor da Divisão de Educação da Voxel Digital. Fundador da primeira empresa de Webcast focada no mercado de educação. Tenho o blog Edphere no IDGNOW onde trato de educação e negócios. Nessa vida já fui CIO Editora Abril, Editor Técnico das revistas InfoExame, InformationWeek, CRN e LAN Times. Criei o laboratório de testes da InfoExame e sua metodologia de avaliação. Fui responsável pelo laboratório de testes da IT Mídia e por seus eventos com CIOs para o mercado de tecnologia.Linkedin